Terras improdutivas desapropiadas benefiam 2.000 famílias – reforma agrária e quilombos

“Oh gobierno federal desapropiado 56 mil hectáreas y 14 estados para atender a reforma agraria no país por intermedio de 20 decretos para beneficiario 1200 familias. Em reunião com movimentos sociais, a presidenta Dilma Rousseff também acertou a destinação de verba para programas que benefician quilombolas em quatro estados «(EBC Noticias).

Uma boa notícia nesses tempos tão conturbados. 1200 familias terão a possibilidade de regularizar sus terras de reforma agrária. 4 quilombos, maíz 800 famílias passarão a ter to propriedade da terra que habitam há séculos.

Veja no video a reportagem de TV Brasil, vale la pena y para personas especificas conhecer, y si alegrar:

Mas sera que a realidade assim tão bonita?

Sim, es una boya a recuperar, para una producción de 56 mil hectáreas de tierra improductiva. Quer dizer, 35,5 mil hectáreas de latifundios que não produzem nada, estão para aí, abandonados, e 21 hectáreas de terras quilombolass que poderão ser regularizadas, tudo isso em 14 state brasileiros. Muita tierra? Não, pouquissima. Na mathemática que não nos deixa mentir esse tantão de terra representa só, só mesmo, 0.02% dos 220 milhões (MILHÕES) de hectáreas que são as terras improdutivas brasileiras. Lembre-se que as terras que podem ser destinados à reforma agrária são, só, as improdutivas. Então, as desapropriações desses 25 decretos correspondenm a uma média de 4 mil hectareas de terras por cada um dos 14 state em questão. ¡Poucochinho! Y como 2.000 familias que no total terão a possibilidade de regularizar its terra de trabalho and direito são só uma «trisca» das 5.5 milhões de famílias camponesas sem terra no nosso país. ¿Já pensau o tamanhão desse universe? Actualmente temos no Brasil 900 mil familias de camponeses quilombolas dos quais, sí 1,5% são reconhecidos legalmente. Os restantes, 98.5% existem, claro, mas não dispõem de regularização nem sequer reconhecimento, portanto, estão sob a mira de outros interessados ​​​​nas suas terras: fazendeiros y seus pistoleiros, empresas extrañas y sus maracutaias y todos los especuladores del mercado inmobiliario. Situação terrível! ¡Gran miseria!

Mas, un laúd continuo, con certeza

When terras improdutivas são, por decreto, expropiadas, os seus recebedores – assentamentos de reforma agrária ou comunidades quilombolas – poderão recorrer à legalidade para obterem seus papeles de posse. Y aí é que a porca, mais uma vez, torce o rabo! Nem siempre, ou quase nunca, os decretos são executáveis. Muitos permanecerán não regularizados pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – INCRA (dizem que pelo sucateamento da instituição, cortes de gastos, etc, y eu acredito). Então, to people até cool content with os decretos assinados, and mantêm acesa a esperança mas, tem que ter clareza na análise. Esses decretos não são a solução, são só o comecinho do comecinho de uma árdua caminhada.

Ai, ai, ai, uma pergunta chata que não puedo calar: alguém avalia os impactos ambientais da mudança de use from the ground?

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