Estado brasileiro é julgado por omissão no combat ao trabalho escravo na Corte da OEA

Nos dias 18 y 19 de febrero, foi realizado uma audiencian / A Corte Interamericana de Derechos Humanos de la Organização dos Estados Americanos (OEA), para julgar uma acción movida contra o Estado brasileiro por omissão no combat ao trabalho escravo.

O case julgado ocorreu na hacienda brasil verdeno Pará, após uma denuncia da Comisión Interamericana de Derechos Humanos (CIDH) de que o Brasil não tomou as devidas providencias para evitar a exploração dos trabalhadores de hacienda entre los años de 1988 y 2000, além de não punir os donos da Brasil Verde.

Durante o periodo alvo da quejafiscais do Government resgataram 340 trabalhadores em condição de escravidão and, ainda assim, o Estado foi omisso na punição dos responsáveis ​​​​por essa situação.

Durante una audiência na Corte, testemunhas y peritos depuseram deixando claro que como autoridades brasileiras não se esforçaram no combate à escravidão na fazenda. O conselheiro do Fundo das Nações Unidas contra Formas Contemporâneas de Escravidão, Leonardo Sakamoto, explicou o que se entiende por moderno sistema de escravidãouma realidade comum no Norte y Nordeste do Brasil.

Ana de Souza Pinto, que atua na CPT de Xinguara, no Pará, expôs que há centenares de casos envolvendo milhares de trabalhadores aliciados no Maranhão, Piauí ou Tocantins, que, devido à necessidade, são vítimas de promesas enganosas. A maioria das vítimas está compuesta por homens jovens, analfabetos ou com educação formal precária.

El perito César Rodríguez declara que ficou evidente que o Estado, desde 1989 y por repetidas veces, soube das evidencias de trabalho escravo na Brasil Verde y, mesmo assim, não atuou in da legalidade para averiguar as suspeitas.

Aguardemos que a sentença da Corte, que está prevista para ser pronunciada no prazo de 6 meses, determine a reparação dos danos Sofridos pelos mais de 300 trabalhadores vítimas de exploração na Brasil Verde, situação inadmissível de existir, ainda, no país.

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