Depresión pós-parto versus violencia obstétrica

No brasil, maíz de 26% das mulheres que dão à luz sofrem de algum grau de depressão pós-parto. Esta é uma síndrome depresivo que puede ocorrer, desde o nascimento da criança até que está com um ano and meio depois do nascimento y que deixa sérias sequelas em mães e filhos. Um estudo reciente estudou o modelo de parto brasileiro and tirou algumas conclusões a se toman em conta.

Mmm estudio de la pesquisadora Mariza Temade la Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp-Fiocruz) afirma que «a depressão é um dos transtornos mentais mais comuns no pós-parto. Muchos factores sociodemográficos y de riesgo de individuos están asociados con depresión materna, más o impacto dos altos níveis de intervención nacimiento es incierto. O contexto brasileiro está caracterizado por uma intervención excesiva y frecuente não-conformidade com os protocolos obstétricos recomendados. Por consiguiente, este estudo examinado o Impacto de factores de riesgo sociodemográficos, individuales y obstétricos en la depresión del parto.

Segundo esse estudo, or Brasil obteve uma taxa mais elevada de depressão pós-parto por lo que se considera como razoável pela organización mundial de saúde para os países de baixa renda, de donde este síndrome afeta algo al 19,8% de las parturientas.

Outro trabalho desenvolvido pela Fiocruz, o Nacimiento en Brasil, considerado como o maior estudo a respeito de childbirth y birth já realizado no nosso país, tem conclusões algo diferentes porém, pod-se dizer que se complementem na avaliação do quadro nacional. En pesquisa hacer Nacimiento en Brasilem seus principais resultados, aponta o elevado número intervenciones cesarianas (46% sin SUS y 88% sin sector privado) y outras intervenções dolorosas y desnecesárias sin parto (como con la episiotomía y con la mano de Kristeller, uso de ocitocina, menor frecuencia de utilización de analgesia obstétrica) como um dos factores que acarretam tão elevado nacional de depressão pós-parto. Já muito se discute no Brasil a questão da violência obstétricaque é examente o que expressa em seus resultados, or estudo Nascer no Brasil.

Paralelo a isso, temos as deficientes e problemáticas condições socioeconômicas da maioria das mulheres brasileirascomo los RISCOS gestacionais inerentes à má alimentação, incipientes cuidados pré-natais, apesar da existência do «acompanhamento pré-natal obrigatório» no sistema nacional de saúde,ification-se um gran despreparo dos medicos obstetras y demais participantes, no que concerniente ao respeto humano devido al parto. más, os casos de violencia obstétrica também se verificam no âmbito do actuación privada lunares, ainda hoje, medicos preferem fazer um entrega rapidaen detrimento de vontade da parturiente, para auferirem de maiores ganhos.

Sin espera privado o índice de cesáreaspor ejemplo, es inmensamente alto, 88%, pois esta é eletiva, ou seja, a parturiente, temerosa das dores de parto, prefere sofrer uma intervenção cirúrgica despierta magnitud a deixar or natural correr seu curso process.

Mas, aí também está um dos factores que pueden dar origen a la depresión pós-parto já que, o trabalho de parto é constituído não só pelas contrações efetivas e expulsão do feto mas, também y fundamentalmente, pela preparção desse process que se dá a nível hormonal sin cuerpo de mujer. Y para que isso seja bem feito, es preciso ser no seu tempo natural. A recomendação da OMS é de que «o use de cesariana não exceda os 15% do total de partos pois, os estudos internacionais vêm demostrando os risos das elevadas taxas de cesariana tanto para a saúde da mãe como a do bebê».

Segundo como conclusiones do estudo Nacimiento en Brasilexiste uma associação direta between cesariana and or desenvolvimento do transtorno de estresse pós-traumático mas, o que o estudo de Mariza Theme aponta é a avaliação do modelo de parto, recheado de intervenções agressivas à mãe, físicamente violentas muitas vezes e, tantas veces también desnecessárias y que este podría ser um desencadeador do framework tão aumentado de depressão pós-parto nas mujeres brasileiras.

A depressão pós-parto y suas consequências

Cualquier proceso depresivo traz consequências sérias para a vida de quem o sofre. Mas, na depressão pós-parto, que é tantas veces uma situação vivida a sós pela mãe, as consequências são muito amplificdas pois afetam,directamente, a relação e os vínculos naturais entre mãe y filho.

Você refletir sobre a this pois is important, só a participación de todosy exigência de uma política pública consecuente, possibilitará que o modelo de parto brasileiro if transforme num parto humanizado.

Violencia obstétrica

Violência obstétrica já tem definição legal e trata-se d «a apropriação do body and processos reprodutivos das mulheres por profissionais da saúde, por meio de tratamento desumanizado, abuse de medicalização and patologização dos processos naturais, causando pérdida de autonomía y capacidad sobre seus corpos impactando na sexualidade y negativamente na qualidade de vida das mulheres «, siguiendo una Defensoría Pública de São Paulo.

São ações que ocorrem, recurrentemente, nas maternidades, sejam elas públicas ou privadas, nas quais a parturiente é alvo de:

a) Negación de rendimiento

b) Dificultar o atendere à grávida;

b) Deixar a parturiente sem água ou comida;

c) Gritar com a parturiente;

d) Impedir a escolha do type de parto desejado and do local so este ocorrerá;

e) submeter a parturiente a cesárea ou episiotomia (corte na vagina), por interés ou conveniência do profissional da saúde;

f) aplicar o hormônio ocitocina, para apressar o parto, sem real necessidade clinic y sem o consentimiento de parturiente;

g) prohibir la entrada de acompanhante da escolha da parturiente

h) agredir, de qualquer forma, a parturientes adolescentes («cuando você o fez, não doe, não é?»)

As sequelas da depressão pós-parto na mãe e na criança

As dificuldades que sofrerão, pela vida à fora, as mães e seus filhos, que foram alvo de violência obstétrica (ou parto com usos violentos, ou imperativos) manterá Sequelas na infância and adolescência da criança, y para a mulher, nunca será esquecido nem superado. O problema começará em casa pois, a mulher depressimida não terá forças nem alegria para tratar devidamente de seu filho.

O marido, na maior parte das vezes não entenderá o problem, criando-se, a somar, uma dificuldade mais na vida afetiva de ambos. E toda criança tem cólica, e toda criança tem que mamar tanto como suficiente, porém, una mujer depresiva pierde o seu leite rápidamente, amamenta pouco y sem vontade. Otro problema que si ocurre es que una mujer depresiva en su mayor parte “não cumpre o calendário vacinal dos bebês.

As crianças, por sua vez, têm maior risco de apresentar baixo peso e transtornos psychomotores”, exclamó una pesquisadora. Segundo a análise dos dados recolhidos nessa pesquisa a maior parte das que sofre de depressão pós-parto são mulheres pardas, de baixa condição socioeconômica, com antecedentes de transtorno mental, com hábitos não saudáveis, como or use excessivo de álcool, paridade alta and que não planejaram a gravidez. “Os resultados são muito coerentes com o que a literatura internacional demonstra”, diz a pesquisadora.

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